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Por Assessoria de Imprensa

A exemplo das escolas dos Estados Unidos e da Europa, durante sete horas, na maior parte do tempo apenas conversas em inglês poderão ser ouvidas na Valley Internacional School, a única instituição de ensino internacional do Vale do Itajaí.

Localizada na divisa entre Balneário Camboriú e Itajaí, a escola completa quatro anos de funcionamento nesta semana, com um jantar italiano, com show pirotécnico, banda ao vivo e muita diversão.

Com um currículo focado na preparação do estudante para o mundo, o grande desafio desse ano é receber o selo IB (International Baccalaureate ou Bacharelado Internacional) que certifica somente instituições que oferecem formação pluricultural, que prepara os alunos para uma educação de excelência, com rigor acadêmico e ênfase no desenvolvimento integral dos estudantes, tendo como referência valores humanísticos de responsabilidade universal.

A Valley International School nasceu para atender um mercado mais exigente quando o assunto é educação. Seu quadro docente conta com professores com ampla vivência no exterior e alguns estrangeiros, vindo de diferentes parte do mundo, entre eles há americanos, bengalês e egípcio.

Parte dos alunos também é de estrangeiros, filhos de famílias que se instalaram na região. Ao contrário das escolas tradicionais e bilíngues, a língua mãe é o inglês. Alunos novos e que estão longe da intimidade com a língua, recebem um acompanhamento especial no Language Lab (laboratório de aquisição linguística).

Caminhando pelos corredores parece que estamos em outro país. “Construímos uma escola voltada para pais que querem formar cidadãos internacionais e, ao mesmo tempo, dotados de inteligência emocional para poder se adaptar em qualquer local do mundo”, disse a gestora da escola, Lis Webber.

Como nas escolas do exterior, no final de cada disciplina, são os alunos que trocam de sala e não os professores, como acontece nas escolas tradicionais do Brasil. Isso estimula a quebra de rotinas e torna as aulas mais ricas, já que são ornamentadas de acordo com o conteúdo que é ministrado. Não há apostilas, os estudos são auxiliados por livros, oferecidos pela escola. Os mesmos títulos escolares utilizados no exterior.

Além disso, a escola tem períodos de plantio e as turmas são responsáveis por hortas. Fazem esportes e ainda contam com os “afters clubs” aulas extras, que podem ser de ballet, instrumentos musicais e outros esportes mais específicos. As salas são amplas e não tem a parede dos fundos para possibilitar a interação dos estudantes com o ambiente externo. Atualmente há turmas desde Preschool (Educação Infantil) até o Middle school (Ensino Fundamental II).

Projeto sociais e empreendedorismo

Os estudantes desenvolvem projetos que estimulam o empreendedorismo social. Todo final de mês, eles fazem uma feira em que trabalham com os pais. Bolos e salgados para angariar fundos são investidos em projetos sociais.

O último bazar, realizado no fim do mês arrecadou roupas, brinquedos e sapatos em condição de semi-novo. Com a venda na própria escola, foram arrecadados cerca de R$ 1,5 mil que foi revertido ao projeto “Nome de Boneka”, que não tem fins lucrativos e distribui bonecas novas a crianças hospitalizadas, orfanatos e casas de passagem. A boneca recebe o nome da criança que recebe. O restante de roupas e outros utensílios que não foram comercializados no bazar foi doado a “Ana das Crianças”, um projeto de uma assistente social que auxilia crianças soro positivo, ambos os projetos são de Balneário Camboriú.

“A gente faz isso para envolver os alunos numa ação que permita que eles possam ajudar a sociedade. A escola oferece medalha à turma que arrecadar mais e participar de forma efetiva. Depois eles acompanham tudo, desde a arrecadação, comercialização até o trabalho que os projetos fazem”, relata a presidente do PTO (Parent Teachers Organization ou associação de pais e professores), Anna Paola Brandalise, psicóloga, 44 anos. Ela tem o filho de 10 anos na escola e chegou dos Estados Unidos há dois.

“Ele se adaptou muito bem e sinto muita diferença desde que começou a participar dessas ações. Sinto ele mais amoroso com as pessoas. É claro, que o tratamento personalizado na Valley com cada criança e esse olhar diferenciado faz toda diferença”, complementou Anna.

Certificado IB

Para obter o selo IB, as escolas passam por uma rigorosa avaliação que dura, em média, 3 anos, para que todas as diretrizes sejam alinhadas entre o projeto pedagógico e o currículo internacional do IB. Desde o final do ano passado, a escola recebeu o “aceite” para ser avaliada.

Se for certificada será a 13ª escola do país a ter essa autorização do programa PYP. “Outra exigência é que as instituições necessitam de um conjunto de valores, qualidades e atributos que estejam adequados ao perfil de internacionalização.

Para receber o selo temos que provar que oferecemos além de um currículo internacional, mas que auxiliamos na formação dos jovens para a construção de um mundo melhor, mais pacífico, desenvolvendo um pensamento amplo e questionador”, explica Lis Webber.

Há uma equipe multidisciplinar que está focada nessa conquista e até o momento todas as avaliações foram positivas. A Valley International School fica na Rodovia Osvaldo Reis, 2000.

Fonte: Página 3