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O espetáculo ‘P’S’, da Trapiá Cia Teatral, de Rio Grande do Norte, se apresentará em quatro cidades catarinenses neste mês: Rio do Sul (22), Brusque (24), Blumenau (26) e Balneário Camboriú (30).

A peça baseada na obra “Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão”, do escritor francês Michel Foucault, conta a história de um homem que assassinou brutalmente seus familiares.

Com duração de 57 minutos e classificação etária de 14 anos, a peça tem o propósito de convidar à reflexão sobre o homem além de seus atos, seus impulsos e desejos mais profundos.

No mesmo dia do espetáculo em Balneário, a companhia participará do Pensamento Giratório, um bate-papo mediado pelo artista local Luciano Estevão (Grupo Tramanduarte). O tema da conversa será sobre a experiência de trabalhar com um Historiador de ofício (no papel de diretor) e um psiquiatra (no papel de dramaturgo) na construção da narrativa teatral e criação de P’s.

PROGRAMAÇÃO LOCAL

Espetáculo ‘P`S’(dia 30, 20h) – Teatro Municipal Bruno Nitz, Av. Central, 50, esquina com a Rua 300.

Entrada Gratuita – Os ingressos gratuitos podem ser retirados no local da apresentação, uma hora antes do início do espetáculo

Sinopse: No livro Eu, Pierre Rivière, que degolei minha mãe, minha irmã e meu irmão, Michel Foucault descreve e analisa um caso real de parricídio acontecido na primeira metade do século XIX. Inspirado na obra de Foucault, este espetáculo de Gregoy Haertel traz para uma vila do sertão nordestino a história de P, jovem que assassina brutalmente alguns familiares seus. Focando nas intensas contradições do personagem e passando por momentos que vão desde a sua infância até o seu suicídio, o texto procura trazer à tona o homem além do seu ato, não com o intuito de explicá-lo e diminuir a gravidade do que fez, mas com a vontade única de nos aproximar dele e, com isto, talvez também nos aproximar de nós mesmos. P’s coloca em discussão a memória, a psiquiatria, a justiça e o amor desmedido. Drama.

Ficha Técnica
Direção: Lourival Andrade
Texto: Gregory Haertel
Atuação: Alexandre Muniz
Concepção de trilha sonora: Aglailson França
Execução de trilha sonora (músicos/atores): Emanuel Bonequeiro e Aglailson França
Cenário e figurino: Custódio Jacinto
Concepção de iluminação: Adriano Nunes
Execução de iluminação: Custódio Jacinto
Fotografias: Jandison Nascimento e Andrey Blanco
Criação de material gráfico: André Nascimento
Produção visual: Beatriz Alves
Pensamento Giratório – (dia 30, 21h) – após o espetáculo – bate-papo com a Cia Trapiá (RN) e Luciano Estevão (Grupo Tramuandarte)

Entrada gratuita

Sinopse

Objetivo é discutir com o público interessado e, principalmente, com os grupos locais o processo colaborativo na construção da espetacularidade. A intenção é demonstrar como se processa a elaboração de um espetáculo a partir da colaboração intensa e dinâmica de todos os agentes que compõem o trabalho. Neste processo entram em jogo a criação da direção, da interpretação, do cenário e ambientação cênica e da concepção da trilha sonora original e ao vivo. Todo o processo se dá a partir da experimentação e do convencimento, tendo a prática como metodologia, até se chegar no consenso grupal. Neste sentido, a Trapiá propõe o trabalho com um dramaturgo que esteja aberto para este processo de constante discussão sobre a construção espetacular. É também determinante a discussão sobre o processo multidisciplinar, ou seja, a elaboração artística levando em consideração os conhecimentos acumulados em áreas diversas, como a História e a Psicologia, por exemplo. Neste Pensamento Giratório abordaremos a experiência de trabalhar com um Historiador de ofício (diretor) e um psiquiatra (dramaturgo) na construção da narrativa teatral de P’s.